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Instituições internacionais que apoiam o EMDR

bibliografia-livros-psicoterapiacorporal-ricardoteixeiraPRIMERA PARTE: GUIA PARA EL TRATAMIENTO INTERNACIONAL

(1) Bleich, A., Kotler, M., Kutz, E., y Shalev, A. (2002) A position paper of the (Israeli) National Council for Mental Health:
Guidelines for the assessment and professional intervention with terror victims in the hospital and in the community. Jerusalén, Israel.

Conclusión: EMDR es uno de 3 métodos que se recomiendan en el tratamiento de víctimas del terrorismo. Esta recomendación fue hecha por el Consejo Nacional Israelí de Salud Mental.

(2) Chambless, D.L. et al. (1998). Update of empirically validated therapies, II. The Clinical Psychologist, 51, 3-16.

Conclusión: Según un comité de la División Clínica de la Asociación Americana de Psicólogos (American Psychological Association), los únicos métodos psicoterapéuticos que son científicamente indicados como eficaces para el tratamiento del desorden del estrés postraumático (DEPT) son: EMDR, terapia de exposición y la terapia de vacunación contra el estrés (stress inoculation therapy de Meichenbaum).

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Saúde Mental Por Uma Ética Bio-Psico-Social

saudemental-psicoterapiacorporal-ricardoteixeiraAutor: Dr.Ricardo Teixeira
A Normalidade e as Anormalidades

No poema “Traduzir-se”, de Ferreira Goulart, destacamos os versos: “uma parte de mim é todo mundo outra parte é ninguém, fundo sem fundo”, para demonstrar, de uma forma poética, o aspecto mais inquietante de nossa natureza mais profunda. Pois é no “fundo sem fundo” do mais íntimo de nossa experiência que podemos perceber que somos incapazes de formular definições que esgotem o eu como um tema. “Eu sou assim ou assado” é sempre uma forma transitória de tentar estabelecer uma verdade sobre nós mesmos que nos baste até que tenhamos que lidar com novas atribulações. Buscamos, sim, pensar que somos bons, honestos, sinceros e, acima de tudo, normais. Mesmo que encontremos, nas minorias que se agrupam em função de suas diferenças, algo que não se pareça com o que vemos no espelho das nossas identificações, lá também se pode ver que os “diferentes” estão em busca da preservação de um senso de identidade que os proteja dos mesmos elementos que, uma vez ativados das profundezas de seu psiquismo, também os tornaria sujeitos das mesmas inquietações que aqueles que se definem como normais.

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Sobre a Eficácia dos Estímulos Bilaterais em Psicoterapia

artigos-psicoterapiacorporal-ricardoteixeira

Autor: Dr.Ricardo Teixeira

Desde 1987, ano em que a psicóloga norte-americana, Francine Shapiro, Ph.d., descobriu os efeitos curativos do emprego dos movimentos oculares no tratamento de memórias traumáticas, o EMDR (Eye Movement Desensitization and Reprocessing) vem sendo empregado com uma eficácia surpreendente. O polêmico método que despertou a curiosidade de psicólogos clínicos, psicanalistas e psiquiatras do mundo inteiro, tornou-se também objeto de inúmeras pesquisas por parte de cientistas que investigam o que ocorre no cérebro de pessoas traumatizadas. Parece até que a humanidade criou a ciência para dar validade àquilo que vemos com nossos próprios olhos, mas que custamos a crer que seja verdade. Isto é o que nos dizem as imagens obtidas por ressonância magnética que o pesquisador Bessel Van der Kolk fez do cérebro de pessoas traumatizadas. Pedindo-lhes que pensassem nas suas lembranças traumáticas, o cientista verificou através dos seus aparelhos que algumas áreas do cérebro (hipocampo e corpo caloso) demonstravam certo encolhimento. Notou também uma ativação mais acentuada no hemisfério direito, onde se encontram as funções de ordem afetiva e instintiva. As mesmas pessoas foram submetidas ao tratamento com EMDR. Ao final deste, quando, na percepção subjetiva dos sujeitos, as lembranças traumáticas não mais despertavam os efeitos perturbadores de antes, pediu-se que seus cérebros fossem re-examinados através do mesmo aparelho. Qual não foi a surpresa quando se percebeu que aquelas áreas haviam sido modificadas, não mais apresentando o padrão de Estresse Traumático que antes se notara.

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