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Autoavaliação da vergonha: faça o teste

Atribua uma nota de 0 a 5 para cada questão considerando os seguintes critérios: 1-nunca; 2-raramente; 3-às vezes; 4-quase sempre; 5- sempre.

Se quiser, considere as questões aplicadas a diferentes situações. Por exemplo: no trabalho, na escola ou faculdade. No relacionamento com amigos. Nas relações com familiares ou mais íntimas de cunho afetivo e/ou sexual. Talvez você encontre resultados diferentes.

1- Quando estou numa situação em que sou criticado(a) ou exposto(a), minha tendência é enfrentar o oponente tratando de criticá-lo também. (…..)

2- Quando estou numa situação em que sou criticado(a) ou exposto(a), minha tendência é me paralisar, silenciar ou fugir da situação. (…..)

3- Quando estou numa situação em que sou criticado ou exposto, minha tendência é responder com explicações e justificativas. (…..)

4- Evito as situações em que tenha que me destacar ou ser notado como falar em público, cantar ou dançar na frente de outras pessoas conhecidas ou desconhecidas. (…..)

5- Quando identifico que estou passando vergonha, considero que posso perder a estima das outras pessoas. (….)

6- Quando identifico que estou passando vergonha, sinto-me humilhado. (…..)

7- Quando identifico que estou passando vergonha, me sinto inferior aos outros. (…..)

8- Evito manifestar meus desejos para evitar ser mal interpretado. (….)

9- Evito falar alto em público. Considero que minha imagem nunca pode ser abalada. (….)

10- Não considero a vergonha um sentimento natural. Procuro sempre disfarçar quando percebo que estou envergonhado. (…)

Some os pontos e considere o grau de vergonha. Quanto mais alta a pontuação, mais alto é o grau.

  • De 10 a 20 pontos: Baixo
  • De 20 a 30: Médio
  • Acima de 30: Alto

As questões abaixo são avaliadas de forma oposta. Quanto mais alta a pontuação, mais bem adaptada está a pessoa. E, pelo contrário, quanto mais baixa a pontuação, mais forte é a tendência à vergonha patológica.

1- Aceito e expresso meus desejos mesmo correndo o risco de não ser aprovado pelos outros. (…)

2- Reconheço a vergonha em mim e nos outros como uma emoção natural. (….)

3- Identifico que estou com vergonha através das mudanças corporais que sinto, tais como: calor no rosto, coração acelerado, rubor facial, sensações no estômago e tendências a mudar a postura corporal.

4- Quando identifico que estou com vergonha, sei reconhecer sua manifestação no corpo, aceito e acompanho as mudanças até que as sensações se normalizem e volte a sentir prazer. (….)

5- Quando identifico que estou com vergonha, não recorro a nenhuma recriminação que me faça perder a estima por mim mesmo. (….)

6- Mesmo que eu tenha sido criado(a) numa família crítica, pratico a aceitação da vergonha como uma reação natural e não me deixo dominar por condenações a mim ou aos outros. (….)

7- Me sinto no direito de conquistar posições melhores no trabalho e/ou nos estudos, tanto quanto os outros, como uma consequência natural do desejo e do esforço sem considerar isso um privilégio em relação aos demais. (…..)

8- Me sinto livre para renunciar ao que não me faz bem ou ameaça minha dignidade como pessoa, mesmo que isso implique em perder amigos ou relacionamentos importantes. (….).

9- Aceito que possa estar errado sem que isso me faça julgar-me uma má pessoa. (….)

10- Aceito que posso transformar erros e equívocos em formas de aprendizagem e não de autocondenação. (…..)

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